RESENHA | OUTROS JEITOS DE USAR A BOCA – RUPI KAUR

  • ISBN: 9788542209303
  • Autor: Rupi Kaur
  • Ano de Lançamento: 2017
  • Número de Páginas: 208
  • Gênero: Literatura Estrangeira / Poema / Poesia
  • Editora: Planeta Brasil
  • Classificação:

    ★★★★★ + ❤

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  • Sinopse: outros jeitos de usar a boca' é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

outros jeitos de usar a boca é visceral é força em cada poema
é ensurdecedor e mudo ao mesmo tempo
é arte é dor é angústia.

outros jeitos de usar a boca é tocante
é libertador
é carne
é intenso e é amor.

outros jeitos de usar a boca invade aquece e estremece
é luta pelos ideais é luta por si mesmo
é ruptura é prisão e é partida

outros jeitos de usar a boca é libertação
é cura
é se doar se tocar e se perceber
é ser.

rupi, como ela mesma diz, entregou seu coração em cada sílaba deste livro incrível, se dividiu em partes e nos mostrou cada uma delas, se entregou e foi quem ela é, mostrou também que devemos ser quem somos e não o que dizem para sermos.

rupi foi incrível sendo ela mesma e tocou meu coração e me fez querer ser quem eu sou no âmago.

ela, mulher, filha, dedica suas palavras a nós, mulheres, mães, todas que sentem algo por dentro, corroendo e destruindo.





livro extraordinário que deveria ser lido por todos e tocado por todos.

Começo dizendo que esta resenha será um grande desafio pois E Não Sobrou Nenhum é
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